Programa 17 de Novembro de 2010 (21H30)
Performance:
Roxana Popelka
Intrafluxus
+info: epipiderme@gmail.com
Roxana Popelka
(Espanha)
“Sem musica de baile”
Maíra Vaz Valente
Roxana Popelka (Gijón, 1966), traça o seu percurso artístico desde a literatura, vindo mais tarde, de forma paralela, a executar trabalhos no âmbito da performance.
As suas acções partem da simplicidade e da fragmentação, apropriam-se da aparente banalidade dos momentos quotidianos para revalorizarem essas mesmas parcelas da realidade; esses mesmos momentos voltam tocados, sensibilizados com a sua presença.
A performance que vai mostrar em Lisboa nas palavras da mesma é construída a partir de diferentes sequências onde utiliza como base rítmica o conceito de esforço físico, combina esta acção com a recitação de texto.
Maíra Vaz Valente
(Brasil)
“Entre as formas dissolvidas do desejo”
Maira Vaz Valente trabalha a performance desde uma perspectiva plástica e de relação com o espaço, nos seus trabalhos, a exploração do espaço físico relacionado com o tempo e o corpo é um tema recorrente, a construção poética das suas acções, têm implicado sempre a presença de uma audiência e algumas vezes trabalha directamente com o publico em ambientes happening.
Maira é também uma das responsáveis pela criação do NAP Núcleo Aberto de Performance, que visa incentivar o desenvolvimento da pesquisa e ensino da historia da Performance. Tendo também incentivado o aparecimento da disciplina Práticas Performativas, que foi construído cruzando o ensino de Artes Plásticas com Artes Cénicas na Universidade de São Paulo.
Nesta performance convidará o publico a interagir com um objecto que pode ser manipulado, construindo uma experiência performática conjunta, aos participantes ser-lhes-à dado algumas direcções, as pausas e os ritmos do publico que assiste e participa na proposta será a trama que resolverá este momento de encontro.
Henrik Hedinge
(Suiça/ Espanha)
“GenderFlux”
Esta proposta GenderFlux ensaia a temática de Género.
Henrik Hedinge nesta acção foca a questão de como o uso de comunicação à escala global por internet redes sociais, altera o corpo de desejo de cada um, de como esta velocidade também pode alterar a forma como as pessoas resolvem a sua personalidade interagindo com personagens múltiplas, relativizando identidade e género.
Para o performer o estimulo da comunicação é tão fugaz que já nem existe tempo para a mudança de género, o que existe é metamorfoses constantes, fluxos de género que ele denomina de GenderFlux.
Na performance irá trabalhar com a manipulação da ideia de género de forma plástica, usará o seu próprio corpo como forma transformável e com a interactividade face a este corpo, com ajuda do publico.
Tem executado os seus trabalhos em vários locais da Europa ao Continente Americano, desdobrando-se também enquanto personagem transformista nómada.
Bean
(England)
(England)
Pode observar-se que Bean trabalha o contexto em performance de forma alargada, pela maneira como escolhe os materiais, pela forma como usa o espaço, cria contextos saturados, em acções de longa duração; chega à performance pesquisando novas influências e localizações como forma de transformação cultural.
Diz das suas acções que “o desejo cai em território orgânico” os seus materiais vão se espalhando à medida que a acção progride, desorganizando o espaço e reordenando-o ao mesmo tempo, de forma a construir uma nova realidade expressiva.
Intrafluxus
Workshop de performance por Maíra Vaz Valente
Práticas performativas na paisagem urbana e aspectos específicos da história recente da arte contemporânea brasileira em espaço público.























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